Primeiro levantamento de Microalgas no Riacho Pequiá do Município de Açailândia - Maranhão

  • Helane Alves Sá Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
  • Iara Batista Evangelista Unidade de Ensino Superior do Sul do Maranhão
  • Elayne Cristina da Silva Costa Unidade de Ensino Superior do Sul do Maranhão
  • Iane Paula Rego Cunha Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão.
  • Marcelo Francisco da Silva Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão.
  • Diego Carvalho Viana Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão
Palavras-chave: Fitoplâncton, Ecossistema, Região Tocantina do Maranhão

Resumo

As microalgas são importantes constituintes da base da cadeia alimentar de ambientes aquáticos, não só perfazem uma grande parte do plâncton como também têm sido consideradas responsáveis pela maior parte do oxigênio da atmosfera terrestre. São organismos unicelulares, a maioria delas tem flagelos móveis, os quais favorecem o deslocamento. Atualmente, conhecem-se mais de quarenta mil espécies de microalgas e quase todas as semanas se descobre uma nova. Essa pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de efetivar levantamento dos gêneros de microalgas no Riacho Pequiá do Município de Açailândia-MA, sendo este localizado em área rural, urbana e siderúrgica. As coletas foram realizadas bimestralmente,durante cinco meses em 05 pontos. A identificação foi realizada com o uso do microscópio óptico e com o auxílio da bibliografia especializada. Foram identificados 15 gêneros de microalgas sendo estas: Ankistrodesmus, Bambusina, Closterium, Cosmarium Cymbella, Desmidium,   Eunotia,  Euastrum, Espirogira, Micrasterias, Navícula, Pinnularia, Surirella,  Staurastrum, Tabellaria. Com esses resultados, conclui-se que o Riacho Pequiá é de grande representatividade na sua flora fitoplactônica.

Publicado
20-06-2018
Como Citar
Sá, H., Evangelista, I., Costa, E. C., Cunha, I. P., da Silva, M. F., & Viana, D. (2018). Primeiro levantamento de Microalgas no Riacho Pequiá do Município de Açailândia - Maranhão. Revista Arquivos Científicos (IMMES), 1(1), 74-79. https://doi.org/https://doi.org/10.5935/2595-4407/rac.immes.v1n1p74-79